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Pensando a longo prazo, os interesses corporativos e sociais convergem. Segundo Doug McMillon e Kathleen McLaughlin, CEO e vice-presidente sênior de sustentabilidade do Walmart, as empresas têm a oportunidade de usar sua escala e experiência para remodelar sistemas globais e mitigar problemas complexos tanto no âmbito social quanto ambiental. Ou seja, as empresas possuem grande papel na sociedade.

Por isso, nas últimas décadas, uma das grandes discussões dentro do capitalismo centrou-se em definir exatamente o que é um negócio e quais são suas obrigações para com a sociedade e para as muitas partes que participam dos sistemas de negócios, incluindo clientes, acionistas, funcionários, fornecedores e comunidades.

Com o advento dos movimentos de valor compartilhado, resultados financeiros e relacionados, observa-se uma ampliação da discussão para reconhecer a importância de várias partes interessadas, stakeholders, e a necessidade de promover ações sociais, ambientais e financeiras.

Quando se trata de servir a sociedade, a primeira tarefa de uma empresa é garantir que seu negócio principal seja fundamentalmente a criação de valor, sendo não somente para acionistas, mas também para clientes, funcionários, fornecedores, comunidades e meio ambiente.

Acompanhe o texto e saiba um pouco mais sobre as atitudes que as empresas podem adotar para combater desigualdades e promover inclusões. 

Fique informado e não deixe de conferir o restante deste artigo!

Acompanhe o texto pelos seguintes tópicos:

  • Desigualdades no Brasil
  • Inclusão e diversidade!
  • Ações empresariais benéficas para a sociedade!
  • Conte com o apoio da Smart3!

Desigualdades no Brasil

O Brasil obteve algum crescimento nas últimas décadas, porém, vale ressaltar que é um país onde apresenta contrastes: está ranqueada como a 8° maior economia do mundo, mas ocupa o 84º lugar (total de 189 países) no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Possuindo 207 milhões de habitantes, segundo o IBGE em 2020, no entanto, 52,5 milhões de pessoas (aproximadamente 25,3% do total) estão sob a linha da pobreza e 13,5 milhões (6,5% do total) ainda vivem na extrema pobreza.

Na mobilidade social, destaca-se que o país detém um dos piores níveis mundiais, ocupando o 60º lugar em um ranking com 82 países analisados. Adicionalmente, imagine da seguinte forma: uma pessoa que tem renda baixa, leva em torno de 9 gerações para atingir renda média.

Destaca-se que o país apresenta uma das maiores concentrações de renda, onde 10% das pessoas mais ricas detém 55% do total da renda nacional.

As mulheres e negros, exibem elevada taxa de desemprego e quando estão empregados recebem um salário inferior aos demais trabalhadores. Outra desigualdade visível com relação às mulheres é que elas obtêm jornada de trabalho dupla, às vezes até tripla e sem remuneração, por terem que cuidar da casa, filhos e outras pessoas quando necessário. Na maioria das vezes, mulheres que possuem os mesmos cargos que os homens recebem remuneração inferior, esse valor pode ser até 22% abaixo em relação ao sexo masculino.

Inclusão e diversidade!

Existem razões convincentes para as empresas tomarem a iniciativa para gerar benefícios sociais e comerciais. Primeiro, em um mundo interconectado que enfrenta desafios ambientais e sociais sem precedentes, a sociedade exigirá isso.

Uma expectativa básica entre clientes, governos e comunidades é que as empresas com as quais eles fazem negócios forneçam um retorno positivo líquido significativo para a sociedade em geral e não apenas para os investidores.

Assim, uma das formas é a diversidade e inclusão, que está cada vez mais “popular” e sendo alvo de muitas reuniões dentro das empresas. Essa forma de integrar pessoas gera melhor desempenho financeiro para as corporações e um ambiente social mais igualitário.

Em empresas responsáveis busca-se ofertar o acesso e oportunidades iguais a todas as pessoas para que possam trabalhar em condições justas e equitativas. Quando uma empresa se declara inclusiva, ela está gerando justiça e oportunidade para todos como parte de seus valores corporativos e códigos de conduta, demarcando o comportamento excludente como totalmente inaceitável.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) incluiu várias convenções para acabar com toda a discriminação do trabalho em todos os pontos. Após ser aprovados pela grande maioria dos países, eles servem de base para a legislação nacional sobre igualdade de tratamento e oportunidades no local de trabalho. Por fim, pesquisas mostram que empresas inclusivas apresentam maior lucratividade, cerca de 25% a 36%.

Ações empresariais benéficas para a sociedade!

Embora seja importante operar o negócio principal de uma forma que agregue valor à sociedade e aos negócios, uma empresa pode e deve ir mais longe.

O mundo enfrenta desafios sociais, ambientais e financeiros de magnitude e complexidade sem precedentes. Mesmo ações aparentemente pequenas podem ter consequências graves para outras pessoas distantes no espaço e no tempo.

A globalização e a tecnologia também aumentaram muito a transparência. As ações e suas consequências, por mais distantes que sejam, são muito mais visíveis para todos. Essas forças impulsionaram as oportunidades e as responsabilidades dos negócios.

Então, como as empresas podem definir sua contribuição única para tornar a sociedade mais forte, igualitária e justa?

Bem, algumas atitudes empresariais que poderiam ser benéficas socialmente são:

  • As empresas buscarem alianças entre negócios das comunidades periféricas, visando aumentar o número de impactos sociais positivamente;
  • Elaboração de iniciativas empresariais, buscando a valorização da diversidade, responsabilidade e ação social, de modo que estejam inclusas na esfera da sustentabilidade;
  • Elaboração de plano de negócios inclusivos, por isso, se tornam amplamente difundidos, gerando uma forma de estratégia organizacional para o seu negócio;
  • Realizar internamente na empresa revisão de contratos, salários e promoções, além de diversificar os recrutamentos em todos os níveis de hierarquia da corporação. Para mostrar que não há distinção por cor ou sexo quando o quesito é ocupação de um cargo elevado;
  •  Aumento nas divulgações de campanhas publicitárias, mostrando maior representatividade;

Por fim, investimentos sociais em setores como educação, cultura e juventude, para conseguir alcançar o máximo de áreas possíveis para o desenvolvimento social brasileiro. Mas também, para obter uma distribuição mais igualitária e equitativa os recursos empresariais. Assim, obtém um lucro muito superior, devido ao reconhecimento por suas atitudes.

Conte com o apoio da Smart3!

A Smart3 apoia todo e qualquer desenvolvimento que visa uma sociedade mais justa e equalitária!

Portanto, se após ler esse artigo, desejar saber como pode estar adotando medidas benéficas para a sua empresa. Entre em contato com a Smart3! A empresa detém os profissionais corretos para auxiliar nesse processo.

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